sábado, 13 de fevereiro de 2016

PENSAMENTO QUOTIDIANO - 14.02.2016

Qualquer que tenha sido a vida que levou, quaisquer que tenham sido os seus erros, cada um, quando chega ao momento de deixar a terra, pode pelo menos, esforçar-se por partir num espírito de paz, de harmonia, de reconciliação com todos os seres e, particularmente com Deus, o seu Pai Celeste.
Na religião cristã, é este o sentido da extrema-unção.

A extrema-unção, o sacramento que o sacerdote administra ao moribundo, está baseada num verdadeiro saber: o estado interior no qual o ser humano vive os seus últimos momentos determina a via que ele vai seguir no outro mundo e também desempenha um papel importante para a sua próxima encarnação, para o seu futuro longínquo.
A extrema-unção é uma possibilidade dada ao cristão de deixar a terra nas melhores condições; mas, tal como todos os sacramentos, não é um rito indispensável.
Ela destina-se a ajudar os crentes que a recebem mas, mesmo sem ter recebido este sacramento, cada alma pode viver os seus últimos instantes na luz.


OMRAAM  MIKHAËL  AÏVANHOV