quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

PENSAMENTO QUOTIDIANO - 21.02.2018

A questão da existência de Deus só pode ser resolvida pela analogia.
Vós tendes um pai que está perto de vós; mas ele pode ausentar-se, ir viajar e, um dia, partirá mesmo, definitivamente.
Isso significa que ele já não existe?
Não, mesmo que ele já não exista fisicamente, na realidade está sempre presente, mas em vós.
Como ele é vosso pai, deixou em vós um registo indelével; traços físicos ou psíquicos, dons, qualidades... ou defeitos!
Pois bem, acontece o mesmo com Deus: nós trazemo-Lo em nós, sob uma forma espiritual.
Como foi Ele que nos criou, impregnou-nos com a sua quinta-essência, deixou em nós traços fluídicos, uma rede de filamentos que nos ligam a Ele e graças aos quais podemos reencontrá-Lo.
Então, àquele que deixou obscurecer as suas faculdades espirituais, ao ponto de dizer:«Deus não existe, pois se Ele existisse, etc.», não há nada a responder.
A não ser que Deus deixou também no homem a possibilidade de O fazer viver nele mesmo...
ou de O aniquilar.

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