Quando se ama alguém, acha-se natural aproximar-se muito mais desse ser do que habitualmente se faz em relação aos outros.
Mas, se se analisasse o que acontece no domínio das emanações subtis, compreender-se-ia que essa aproximação talvez não seja muito favorável ao amor.
O espaço entre dois seres, que se crê estar vazio, na verdade é preenchido por essências muito subtis, que são os melhores condutores das energias psíquicas.
É graças a esse espaço que as trocas podem ocorrer em harmonia e na luz.
Enquanto houver uma certa distância entre dois seres que se amam, estes têm a possibilidade de trocar energias e de se fortalecer graças a elas.
Depois de cada encontro, quando se separam, sentem-se preenchidos, invadidos por uma felicidade extraordinária, porque souberam manter a distância que lhes dá as melhores condições para comunicarem entre si.*
* Ver cap. XIX
Um futuro para a juventude
Colecção Izvor
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV

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