Cada indivíduo é independente, autónomo, evidentemente, mas também está ligado à colectividade humana e, ainda mais além, a todos os reinos da Natureza, à colectividade cósmica.
Vivemos, pois, simultaneamente, duas vidas: a pessoal e a colectiva.
Para a maioria das pessoas, isso acontece sem se aperceberem, mas é desejável que se torne consciente.
Aquele que é impelido a fundir-se na vida colectiva, universal, não deve perder a consciência de si mesmo, para que possa sempre pensar e agir como um ser responsável.
E aquele que se sente um indivíduo bastante distinto dos outros, embora mantendo o sentimento da sua individualidade, deve tomar consciência de que pertence a um todo, de que é uma célula do organismo social e, mais do que isso, uma célula do organismo cósmico.*
* Ver cap. VI
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV

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