O ser humano é livre ou está sujeito ao destino?
Esta questão é discutida há milénios.
O erro está em acreditar que todos os indivíduos estão submetidos às mesmas leis.
É claro que aqueles que, como os animais, só obedecem aos seus impulsos puramente instintivos, ficam sob a alçada da fatalidade.
Mas os que adquiriram o domínio dos seus instintos, das suas paixões, escapam à fatalidade e entram no mundo da Providência, da graça, onde conhecem a luz e a liberdade.
Não se deve imaginar que todos podem ser livres ou que todos estão sujeitos a um destino inexorável.
Não, a liberdade depende do grau de evolução.
De acordo com o seu modo de pensar, sentir ou agir, o ser humano fica sob a alçada da fatalidade ou atrai as bênçãos da Providência.
Então, em certos domínios, fica amarrado, está sujeito ao destino, e noutros escapa-lhe, é livre... até ao dia em que disporá plenamente da sua liberdade.*
* Ver cap. V
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV













































