O discípulo deve aprender a utilizar no presente tudo o que era no passado e tudo o que será no futuro.
Mas, quando eu digo «tudo o que era no passado», refiro-me apenas ao que pertence à tradição verídica, cujo essencial se transmite, intacto, desde tempos imemoriais.
E o futuro são todos os elementos que virão acrescentar-se no sentido da universalidade, pois o futuro, o verdadeiro futuro, vai neste sentido: os valores universais, cósmicos, fraternais.
O discípulo deve, pois, viver no presente com todas as aquisições do passado, mas, ao mesmo tempo, projectar-se no futuro com toda a imensidão da sua alma e todo o poder do seu espírito.
É isto a vida rica, a plenitude.*
* Ver cap. V
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV








