No momento em que encheis uma vasilha de água, lembrai-vos de que estais em presença de um elemento que se encontra sob imensas formas na Natureza: os oceanos, os mares, os lagos, os rios, as torrentes que descem das montanhas, as pequeninas nascentes que brotam, longe dos olhares, no meio das ervas e das pedras, e a chuva que vem encharcar a terra...
Questionareis: «O quê? Está a pedir-nos que vejamos tudo isso numa vasilha de água?»
Sim, porque não?
Quando estais na vossa cozinha ou na vossa casa de banho, tirais água da torneira para preparar uma refeição ou para vos lavardes.
Claro que não é a maneira mais poética de entrar em contacto com a água, mas ainda assim pode ser o momento de pensardes no que ela simboliza - a vida e a pureza - e de estabelecerdes uma ligação, pelo pensamento, com todas as águas da Terra.*
* Ver cap. VIII
As revelações do fogo e da água
Colecção Izvor
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV









