Mas esta verdade é parcial.
Para que fosse completa, eles teriam de colocar o objecto do seu estudo na vida cósmica à qual pertence.
Separados desta vida, a pedra, a planta, o animal ou o homem ficam privados do essencial.
Por isso, enquanto os investigadores continuarem nesta via, aquilo a que chamam verdade científica será sempre uma verdade incompleta, mutilada.
Não me interpreteis mal, não estou a pôr em dúvida o valor e o interesse da ciência.
O verdadeiro problema não reside aí, mas na cabeça dos investigadores, na sua atitude para com a vida, na sua incapacidade de religarem os objectos particulares do seu estudo à vida na sua totalidade.
Os seres e as coisas não existem separadamente, mas como partes de um todo, e essas partes estão ligadas entre si.
Para estudarem um ramo, uma folha ou um fruto, eles cortam-no, isolam-no.
Não, é na árvore que se deve estudar o fruto, para se compreender como ele é um resultado de todas as energias que circulam no Universo.*
* Ver cap. XIV
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV






