Não há qualquer mérito em procurar descobrir os defeitos dos outros.
É muito fácil e, aliás, todos o fazem.
Ora, os humanos devem deixar de se focar nos pormenores que não são lá grande coisa e colocar a tónica no princípio divino que vive em cada ser.
Sim, porque não se há de ter sentimentos sagrados pelo que é divino, imortal e eterno nos humanos?
Fareis, então, um bom trabalho sobre vós próprios, e também ajudareis os outros.
Se, ao invés, vos ocupardes dos seus defeitos, fareis mal a vós, porque vos alimentareis de impurezas, e também impedireis os outros de evoluir.
E depois é natural que vos sintais sós.
Ao criticardes os outros, ao realçardes os seus defeitos, não fazeis mais do que cavar um fosso entre vós e eles.
Podeis estar certos de que, quando souberdes relacionar-vos com todas as almas e todos os espíritos da Terra, por intermédio da vossa alma e do vosso espírito, quando o que há de melhor em vós encontrar o que há de melhor nos outros, nunca mais vos sentireis sós.*
* Ver cap. XII
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV









