Quando chegam a determinada idade, muitos rapazes e raparigas decidem contar apenas consigo, com as experiências que eles próprios irão fazer para encontrarem "a sua verdade".
Muito bem, é normal.
Mas, quando eles falam em fazer as suas experiências, porque é que esta palavra "experiências" subentende sempre aventuras arriscadas: a libertinagem, o álcool, a droga, etc.?
Por que razão "fazer experiências" nunca é tentar trilhar o caminho da luz e das virtudes divinas?...
Eles querem sair da banalidade quotidiana para experimentarem algo novo, inaudito.
Mas é na vida espiritual que mais experiências novas se pode fazer!
Quando se quer experimentar tudo, porque não se tenta também meditar, orar, ligar-se ao mundo da luz, progredir em amor e sabedoria sob a orientação daqueles que nos abriram o caminho?
É natural considerarem, um dia, que as lições dos professores ou dos pais já não lhes bastam, mas isso não é razão para se lançarem às cegas em toda a espécie de aventuras, guiados unicamente pelo desejo de independência e de prazer.*
*Ver cap. XX
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV

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