Onde quer que vamos, em todos os objectos que tocamos, deixamos vestígios, registos, que são benéficos ou maléficos.
Há pessoas das quais se diz, onde quer que passam e pousam o pé, a relva não volta a crescer!
Evidentemente, a imagem é simbólica, mas não é exagerada.
E outros seres, pelo contrário, que são habitados pelo amor e pela bondade, por toda a parte onde passam deixam marcas tão benéficas, que aqueles que lá vão depois se sentem iluminados, aquecidos e vivificados.
Por isso, vós também, por onde quer que passeis, pensai em pronunciar os melhores votos: «Que todos os que aqui vêm sejam tocados pela luz! Uma vez que são todos filhos de Deus, que trabalhem pela paz e pela fraternidade!».
Direis que jamais alguém vos falou em tal prática.
Mas porque é preciso que vos falem nela?
É necessário sugerirem-vos que desejeis as melhores coisas às pessoas que vos são queridas?
Não, fazeis isso espontaneamente, porque os vossos sentimentos vos impelem a tal.
Então, porque não se há de formular também, espontaneamente, desejos para o mundo inteiro?
MESTRE OMRAAM MIKHAËL AÏVANHOV

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