Um Mestre apenas precisa de lançar um olhar sobre o invisível para ficar informado sobre o estado interior dos seus discípulos.
Ele sente a presença de todos aqueles que não fraquejaram, que continuam no caminho da luz.
Ao invés, deixa de sentir os outros, que não souberam permanecer fiéis, e esta ausência tem um significado muito claro para o Mestre.
Por isso, não se questiona sobre a razão por que eles não estão lá, conhece-a de antemão: alguma coisa os reteve.
E o que impede o discípulo de estar presente no lugar da luz?
Não é a bondade, nem a pureza, nem o amor divino...
Evidentemente, não se trata de presença física, mas de presença espiritual.
No mundo invisível, têm lugar certas reuniões, a que alguns não assistem porque ficaram retidos por paixões, actividades e desejos não muito católicos, que os aprisionaram e lhes tolheram os movimentos.
Mas aqueles que são fiéis e verdadeiros estão presentes, por intermédio da sua entidade espiritual.











































